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 A lenda de Turknar

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Samuel
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MensagemAssunto: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 11:45 am

Vida, Morte, o dragão ancião e as magias perdidas
Era uma vez em um reino distante há muito tempo atrás, um dragão chamado Aryum, Aryum vivia dentro de uma caverna escura, que constantemente era atacada por cavaleiros reais que queriam matar o dragão pois ele comia as crias dos camponeses.
Certo dia, uma tropa de 10000 homens foi mandada para a grande montanha onde Aryum se isolava, subiram até o topo da grande montanha, Aryum sentia e ouvia cada passo dado pelos cavaleiros que subiam a montanha com suas espadas e escudos, quando os cavaleiros chegaram no topo da montanha, eles olharam pro fundo da caverna, onde apenas viam os olhos azulados de Aryum, entraram com tudo pelo imenso corredor de entrada, enquanto Aryum permanecia imóvel, sentado no fundo da caverna gelada, quando o primeiro guerreiro adentrou a pequena sala onde Aryum estava ele soltou uma rajada enorme, que era uma mistura de gelo, terra e fogo, o impacto fez com que os cavaleiros que não morressem no local fosse jogados para trás, descendo montanha abaixo e tendo seus corpos quebrados pelas pedras da montanha, apenas um dos cavaleiros restou, o seu nome era Turknar, um jovem de aproximadamente 19 anos que sonhava em ver um dragão de perto, o garoto estava desmaiado, quase caindo da montanha, preso apenas por um pedaço de corda que tinha preso na armadura, Aryum olho para a face do jovem, pensou se deveria ou não matar aquele homem tão jovem, que nada sabia da vida ainda.
Depois de muito tempo pensando Aryum decidiu arrastar ele pra dentro da caverna e cuidar dele, o jovem passou 8 dias e 8 noites inconsciente, com vários arranhões e queimaduras pelo corpo, sendo tratado pelo dragão com algumas magias que só ele poderia usar.
E finalmente, em uma noite escura, o jovem abre os olhos e vê uma pequena fogueira quase apagada no canto da caverna, olha para o lado e vê o beco reto de aproximadamente 500 metros que leva pra saída da caverna, ele levanta meio tonto, sem saber o que aconteceu, vai na direção do beco quando de repente, surge Aryum na frente dele, com um olhar sério, como que perguntando o que diabos um homem tão novo fazia com um exército tão forte para os humanos, mas tão inútil para ele, o jovem olha nos olhos do dragão, com uma mistura de medo e fascínio, terrivelmente assustado, mas ao mesmo tempo encantado pela beleza da criatura que surgia na sua frente, Turknar dirigiu-se ao beco, sendo impedido por Aryum que o empurrou levemente com a cabeça para um monte de palha que ficava no canto da caverna iluminada apenas pela pequena fogueira que se apagava lentamente...
Turknar não conseguia esconder o medo, ele sempre quis ver um dragão, mas não queria virar o almoço de um, então ele levou a mão até a bainha em que ficava sua pequena espada que um dos guardas lhe dera, a bainha estava vazia, Turknar sentiu o coração apertar, o grande dragão se aproximava lentamente dele, a cada passo que o dragão dava, o jovem corajoso sentia um aperto no coração, como se alguém lhe enfiasse um ferro acabado de sair do forno no peito, o dragão chegou perto dele, olhou fundo nos olhos do jovem e disse:
- Q-Quem és tu, jovem humano ?
A voz do dragão era rouca e velha, mas com um tom muito grave, o jovem com medo, olhou fundo nos olhos dele e falou com medo:
- S-S-Sou Turknar, o futuro cavaleiro real, filho do falecido Terk, o ferreiro.
O dragão riu, o riso ecoou pela caverna de pedra e gelo, o jovem então perguntou:
- P-Por que estás rindo?!
O dragão respondeu:
-Garoto, olhe para o corredor na sua frente.
Abriu a boca e soltou uma intensa labareda de fogo, que iluminou toda a caverna e incendiou os corpos dos guerreiros mortos, o garoto se espantou e perguntou :
-O o que aconteceu aqui ?! que corpos são esses ?!
O dragão respondeu com certa frieza:
- São os corpos de todos os guerreiros que vieram me perturbar, garoto, eu já poderia ter destruído toda a sua cidade, mas tenho dó daquele bando de seres insignificantes que acham que são inteligentes e fortes, deixo eles viverem a ilusão que querem, eu vejo pureza em seu coração, vejo que não tem espaço para o egoísmo dentro de ti.
O garoto olhou estranho para o dragão, como se estivesse inseguro, porem ficou feliz em ouvir as palavras ditas por ele, então o dragão prosseguiu:
- Podes vir me visitar quando quiseres, só não conte para ninguém que eu falei contigo, preciso que me faça um favor, esteja aqui daqui a três dias, preciso que me faça um favor.
O garoto levantou-se do monte de palha velha e suja e foi andando pelo beco, vendo os corpos podres e sujos dos guerreiros mais forte do rei com um pensamento na cabeça, será que isso tudo é mesmo real ? Será que ele é mesmo um ser puro que merece o respeito de um dragão? O garoto saiu confuso, porém maravilhado com o que viu.
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Fabrício
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Personagem: George Svendal
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MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 11:50 am

Como eu disse, foda! Você tem jeito pra escrever histórias, a meu ver. Quero ver se vai ter continuação.
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Samuel
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MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 12:16 pm

Capitulo II
O dragão do céu.
A mente de Turknar estava confusa se deveria ou não voltar a subir a montanha para encontrar o dragão, ele foi para o campo cuidar das ovelhas e depois foi pra casa, pensou muito, lembrando das palavras ditas por ele, algumas horas depois, ele levantou-se da velha cadeira que caia aos pedaços, vestiu uma armadura negra que seu pai fabricou, pegou uma espada velha e um escudo e partiu para a montanha.
Turknar subiu a montanha, chegando à entrada da caverna, ele olhou fundo para dentro e viu um par de olhos azulados e distantes, olhando seriamente pra ele, ele adentrou a caverna com o escudo preso no braço e a espada embainhada na cintura, Turknar andava lentamente, como se não acreditasse no que estava fazendo, até que Aryum surgiu na frente dele, com o peito estufado, abaixando a cabeça pra olhar pra ele, Aryum ficou sobre as patas traseiras e se começou encolher, tomando a forma de um velho barbudo um tanto feio até, Turknar olhou pro velho com uma seriedade no olhar e disse:
- Os três dias passaram e cá estou eu como pediu, agora me diga... O que deseja comigo?
O velho barbudo tossiu, olhou fundo nos olhos dele e disse:
- Jovem, estou dentro dessa montanha a mais de 90 anos, esperando pelo dia em que um jovem corajoso e forte entrasse por esse corredor, trazendo consigo a gloria e a força dos dragões...
Turknar olhou um pouco confuso para ele e disse:
- E quem é esse tal jovem ?
Aryum sorriu e tossiu um pouco, e respondeu:
- Talvez seja... Você.
Turknar riu, e disse:
- Ora, eu sou só um garoto fraco e pobre... Como vou trazer comigo a gloria dos dragões?
- Você é fraco, mas se tornará forte... O resto você verá.
Turknar olhou pra ele e perguntou:
- Mas... O que queres de mim?
- Quero que vá para floresta mais sombria destas terras, procure pela maior arvore dela.
Aryum tira uma pedra parecida com um cristal do bolso, entrega-a para Turknar e diz:
- Aponte a pedra para a arvore e diga: “No dia mais claro ou no mais escuro, no dia mais frio ou no mais quente, a gloria do dragão do céu prevalecerá, esquentando todos os corações dos bravos e justos, e que o vento nunca pare de soprar”, Veja o que vai acontecer, se cumprir sua missão com sucesso, encantarei sua espada e lhe ensinarei a arte da magia, agora vá Turknar, que a gloria te proteja.
Turknar segurou firme o cabo da espada, e andou pelo corredor que cheirava mal, com corpos espalhados por todos os cantos.
Turknar partiu para a floresta mais sombria de toda a cidade, era chamada de floresta da tortura, a mata era tão fechada que o sol parecia ter se escondido, deixando a noite amedrontar os poucos que passavam por lá, as pernas de Turknar tremiam, ele sentia como se a própria alma congelasse, porém seguia em frente, alerto a qualquer barulho, depois de caminhar por duas horas, ele estava exausto, os insetos o rodeavam e ele estava com fome, Turknar então decidiu parar pra descançar, largou a pequena bolsa de couro ao lado de uma arvore e encostou as costas nela, fechou os olhos ouvindo o uivo do vento e dormiu.
Depois de alguns minutos, Turknar acorda com o barulho de passos, olha ao redor mas não vê nada, ele encosta-se na arvore a puxa a espada, forçando a vista tentando ver qualquer movimento suspeito, o coração do jovem batia forte, ele flexionou os joelhos e levou o escudo pra frente do corpo, ele respirou fundo e fechou os olhos, abrindo-os rapidamente e vendo um vulto passando rapidamente pelos troncos das arvores, Turknar soltou um grito alto de bravura, ouviu um barulho de tronco rachando e recuou, no mesmo instante um enorme javali sai de dentro da mata, avançando contra ele com os chifres, o garoto defende o ataque com o escudo e rapidamente finca a espada no pescoço do animal, que cai no chão gemendo e sangrando, Turknar pega o cabo da espada e força-o, fazendo a espada atravessar a garganta do bicho, o jovem respira aliviado, puxa a espada e começa a cortar o animal inteiro, A barriga dele ronca então ele pega a carne crua do animal e olha com asco, sabendo que teria que come-la se quisesse ficar vivo ele morde o primeiro pedaço, faz uma cara de nojo e engole sem mastigar, corta um pedaço grande do animal e parte-o em pequenos pedaços, comendo-os com mais facilidade.
Depois de alguns minutos, Turknar se sente satisfeito, porém sem saber onde esta a maior arvore da floresta, ele sobe em uma das arvores e olha pra cima, vendo que a maior arvore visível não está muito longe dali, ele desce, pega a mochila e vai na direção da arvore, chegando lá ele vê uma espécie de dragão esculpido no tronco, o desenho parece velho e com alguns pedaços faltando, o jovem puxa a pedra do bolso, aponta-a para a arvore e diz: “No dia mais claro ou no mais escuro, no dia mais frio ou no mais quente, a gloria do dragão do céu prevalecerá, esquentando todos os corações dos bravos e justos, e que o vento nunca pare de soprar !”, uma enorme ventania cai sobre a floresta, e a chuva começa a cair logo em seguida, o desenho do dragão esculpido na arvore começa a se mover, o dragão desenhado percorre todo o tronco da arvore, indo até o topo, a arvore começa a brilhar intensamente, partindo-se ao meio e revelando um filhote de dragão branco dormindo entre ela, Turknar olha assustado, o pequeno dragão abre os olhos verdes que ilumina a floresta negra, Turknar cai no chão, olhando para os olhos do dragão bebê que mesmo assim ainda tem quase o dobro do tamanho dele, ele segura firme o cabo da espada, fecha os olhos e respira fundo, sentindo a chuva cair no rosto e os trovões iluminando o céu, confuso, sem saber o que fazer.



Última edição por Satoru eternal em Dom Nov 20, 2011 1:56 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 1:38 pm

Tosco, estou decepcionado.

E ficou muito mal escrito.
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Arkrotep
Esse cara deve floodar, só pode!
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MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 1:53 pm

Floresta mais sombria da floresta foi foda. E isso ta me lembrando Eragon.

Enfim,continua ae
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Samuel
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MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 1:55 pm

Tá cheio de erros, nem revisei nem nada.
depois vou pegar todos e revisar direitinho
e quanto ao "Floresta mais sombria da floresta", foi distração minha.
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Y2J
Mais de 3000?! Sem ss é fake!
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MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 5:01 pm

acabei de ler um texto do darkness, to sem paciencia pra ler o seu agora.
mas ñ costumo gostar de histórias com dragõeszinhos, tipo Eragon. Mas de repente tu quebra esse meu preconceito.

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Draconian
CONTRIBUINTE - Tarado da CAM
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Ficha da Personagem
Personagem: Draco Zephayn
Vocação: O Druida Frustrado.

MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 5:42 pm

Movido para a seção de histórias.
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Tails
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Ficha da Personagem
Personagem: Minotaur Tuckz
Vocação: Bêbado Profissional

MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   Dom Nov 20, 2011 6:27 pm

Pô, eu até gosot de Eragon, mas nunca fui fanático, também... Acho os dragões de lá muito escrotos.
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MensagemAssunto: Re: A lenda de Turknar   

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