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 Meus rabiscos

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Samuel
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Seg Abr 08, 2013 5:04 pm

Você, você e você.

Nos tempos de hoje, todos nós, humanos, achamos que somos os protagonistas da nossa própria história. Tentamos justificar os começos e os meios tomando como base um possível fim.
Porém, muitas vezes esquecemos que não vivemos em uma história, e que a história, os personagens e todo o enredo, simplesmente não existem.
Se existisse um enredo, eu e você não seriamos protagonistas de porcaria nenhuma. Talvez seriamos aquele coadjuvante de pouca importância... Que chega no palco, faz uma ou duas piadas sobre o roteiro e depois fala algo minimamente relevante para a história geral. Aquele, aquele mesmo, o que entra e sai rapidinho para não atrapalhar a imagem do protagonista e nem desviar a atenção de suas falas. Que destino tem um destes coadjuvantes além da escuridão da beira do palco? Entrou em cena, fascinou o público com a sua insignificância e...? Sumiu. Deixando com que aquele que é importante fizesse o seu papel.
Vivemos em função de coisas esdrúxulas, convivendo com pessoas ridículas que não falam nada além de bobagens aleatórias sobre assuntos de pouca importância.
Quem é o protagonista, então? Você.
E o coadjuvante? Também é você.
Mas a vida não é uma peça, eu tinha me esquecido disso.
Se quer fugir da mesmice, não seja igual a todos os outros... Aprenda a pensar, a viver e a ser feliz sozinho, antes de sair por aí se julgando pronto para a vida. Ninguém está pronto para a vida, nem o mais novo e nem o mais velho.
O afeto, amigo, é uma armadilha perigosa que nenhum de nós sabe como desarmar. Se acha bom o bastante ao ponto de não amar ninguém? Bom então, continue construindo suas muralhas de papel para proteger o seu castelo de vidro. O papel sempre ganha das pedras nos jogos, quem sabe isso não funcione na vida real, não é? Do mesmo modo como o bom coração e a perseverança em casos perdidos é útil nas histórias.
O que mais consegue nos deixar mais felizes e mais tristes do que o amor e a perda dele? Diga-me e eu lhe darei um pirulito de framboesa.


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Arkrotep
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Seg Abr 08, 2013 5:13 pm

Vou ser sincero, nem leio esses textos do Samuel. Nem da Shii. Alguns do Alex.
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Tails
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Seg Abr 08, 2013 5:22 pm



Enfim, eu não sou fã desses textos que tentam dar lição de vida na gente... Acho que cada um acredita no que quer. Mas que ficou bom, ficou.
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Seg Abr 08, 2013 5:33 pm

Esse pirulito de framboesa me é familiar... mas não num pedaço de lixo em forma de post.
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Samuel
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Dom Abr 21, 2013 6:54 pm



O relógio marcava a meia noite.

Ele continuava sentado em sua cadeira de pedra, com os ombros tediosamente apoiados na mesa de madeira. Era uma boa mesa... Tinha belos detalhes de prata fundida com orgulho ferido.
Seu castelinho de pedras coloridas começara a ruir... De inicio, ele achou que as pedras aguentariam as tempestades mais fortes, e que a chuva que caia no teto nunca chegaria a tocar o chão xadrez da parte de dentro. Ele errou, como sempre tinha errado.

"Ele aguentará até a mais firme das tempestades, eu digo. Cinco mil cavaleiros poderão bater na porta com suas espadas e ela não terá sequer um arranhão!"

Lembrou disso com um sorriso no rosto, enquanto as gotas de chuva caiam em seu cabelo negro de garoto e a madeira despencava nos pedaços de sala a sua frente. Um castelo precisaria ser cinza, alto, glorioso e de pedra sólida. Castelos coloridos feito com promessas e sentimentos quentes não suportariam a chuva, muito menos cinco mil cavaleiros...

Disseram isso para ele, quando ele começara a construir seus tijolinhos vermelhos, amarelos e verdes, mas ele não escutou. Estava ocupado demais juntando suas massas coloridas e pondo-as em seu forninho feliz.

"Comigo vai ser diferente." Lembrou-se de ter dito "Meu castelo não será como os outros."

Ele sorriu da própria tolice enquanto o teto desabava sobre sua cabeça, como antes tivera desabado em todas as outras cabeças, de todos os outros tolos de castelos coloridos.
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Samuel
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Qui Jul 11, 2013 10:07 pm

Ao cair da noite, meu pesadelo começa.
Não era um desses rapazes que apreciava bordéis e tetas redondas. Nunca tinha se deitado com uma mulher na vida, muito menos beijado uma, mas isso não o impedia de subir ao palco e interpretar seu papel. 
Fora do teatro se chamava Pablo, usava calções de algodão rasgados, tinha olhos de porco e a timidez era a doença que o impedia de falar. Era roliço como um suíno de terras ricas, que os senhores alimentam com bolachas de trigo e baldes de palha-coada. Mas isso era para o lado de fora, onde seu rosto era visível e sua fala era chata.
Subia ao palco como um verdadeiro príncipe. Era Sartonius De Vintas, o fidalgo de Capitela, um rapaz loiro, alto e forte, desses que arrancam os suspiros das moças e os vestidos das mulheres. Subia ao palco de madeira e erguia o queixo de tijolo, com os cabelos amarelados refletindo todas as luzes do universo.

Sou espetacular, seus idiotas. Nenhum de vocês é melhor que eu. Nenhum. Não importa o que vistam ou o que carreguem em suas mentes podres, não são melhores do que eu.


E quando o pobre rapaz com cara de porco olhava para baixo, não eram pessoas o que via, mas sim, piadas. Piadas de todos os tipos, piadas de loiros, piadas de pobres e de ricos, de loiras e de ruivas. Via piadas que sorriam para ele apreciando sua beleza devastadora, piadas em vestidos verdes de seda rica, piadas de armaduras de couro curtido com espadas embainhadas e também piadas roliças com bigodes de burguês. 
Ria das piadas dentro de si, pois tinha o direito de rir. Ria, ria e gargalhava das piadas que o assistiam, afinal, era para isso que serviam as piadas, para o riso. Uma piada alta com cabelo negro levantou-se de uma cadeira torta, no fundo do salão e puxou outra piada de cabelos cor de areia, e as duas piadas saíram gingando como uma só em sua embriaguez, esbarrando em outras piadas que reclamavam de sua falta de educação. Outra piada que usava uma gravatinha e um colete passeava entre as mesas, servindo chá de cidreira e vinho do campo, sempre sorrindo. Uma piadinha de cinco anos rastejava de mesa em mesa, roubando brigadeiros de coco e pirulitos de maçã, enquanto uma piada adulta e alta andava de mesa em mesa perguntando perguntas de piada.
Mas uma coisa assustou o fidalgo de capitela: Uma piada que não tinha cara de piada. E que não era piada nenhuma.
Vestia sedas nobres e tinha na cabeça uma coroa em forma de galhos de salgueiro. Cheirava como flores verdes de uma floresta longínqua com castores, esquilos e muitos riachos cristalinos. Tinha cabelos negros como a noite e olhos finos como agulha, sua pele era branca como o branco e seu nariz era levemente achatado, lembrando uma jabuticaba pisada por um cão distraído. 
A piada que não era piada olhava-o com um sorriso fino no rosto, e de súbito o digníssimo senhor Sartonius de Vintas, fidalgo da capitela, sentiu-se envergonhado. Mas as cortinas se fecharam, para o seu alívio, e foi como se um cavalo saísse de cima de seus ombros e parasse de tocar sua harpa azulada adornada de cristais. 
Ele piscou para as cortinas e, subitamente, voltou a ser o rapaz feio com cara de porco, dentes tortos e alma de piada.

Algo que parecia uma pedra no meio da cabeça que parecia bloquear as paradas, deixar o raciocínio lerdo e a mente meio idiota. Alguém já sentiu? É que ele sente isso aí ás vezes.
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Qui Jul 11, 2013 11:47 pm

Gosto mais de ver a sua evolução, escrita nesses textos, do que os textos em si. E sim, destes dois últimos eu gostei.
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Samuel
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Sex Set 13, 2013 7:07 pm

Madalena


Isso não é história para pessoas sensíveis, nem para aqueles parnasianos desgraçados que insistem em tentar matar o sentimento e muito menos para românticos babões que odeiam - e ao mesmo tempo amam - as formas fixas e a dança entediante de uma boa coisa bem feita.

Muita gente se pergunta o que houve com o rapaz, era tão valente na infância e já não brigava mais, até o seu uniforme de soldado ele pendurou. Das ruas era o rei, com sua jaqueta de couro e seu topete bem cuidado, ó Deus, o que aconteceu?

Corria por ruas vitorianas, sentindo o solzinho matinal cegar-lhe os olhos. Uma sinfonia de pés de criança, e ele era o mestre da obra de arte. Tijolos amarelados, janelas adornadas com delicadeza, ar de coisa bonita. Que melhor dia para algo inusitado acontecer?

Perdeu-se de seus amigos em uma rua renascentista, e acabou indo parar em um lugar estranho – singelo, para não dizer pouco – um lugar bem curioso. Uma carruagem tinha parado á rua deserta, e uma moça jovem sentava em sua porta, com um ar de quem não sabia se deveria entrar ou sair. Não era muito mais velha que o garoto, oh se não. Alguns anos de diferença não era o que realmente importava, ele tinha os seus doze e ela os seus vinte e um. Como era bela – ele pensou, meio boca aberta meio devaneio de menino -, tinha pele branca e suave, cabelos negros e curtos; bem cortados e ajustados, assim como o seu corpete.

Parou com seus pés descalços quando ela entrou no prédio, que era meio formal, meio bagunçado. Os olhos tropeçaram nas letras e saltaram de uma em uma, até que o enigma do nome da estalagem lhe foi revelado: Le Plaisir.

Voltou nos dias que se seguiram; e nos dias depois destes. As ruas mudaram, as eras mudaram, mas ele continuou indo, sempre virando onde tinha de virar, sempre observando a cortesã chamada Madalena – sua amada, sua senhora dos lírios - esperando os homens na janela do bordel, com seus curtos cabelos ao vento e seus belos olhos tristes-alegres. Como pode alguém ter olhos tão tristes e tão alegres ao mesmo tempo?

A guerra chegou, trazendo junto de si a coragem de um rapaz que amava uma puta. Com seus irmãos anônimos, pegou nas armas e foi ao combate. De começo, entrou na marinha, e por mares absolutistas foi a lugares inimagináveis, destruindo embarcações e bebendo; Sempre pensando em sua amada e pura cortesã dos lírios, sua amada de cabelos negros que tinha a fala bonita e a inocência de um filhote, quebrando os dentes de um ou outro que ousava lhe dizer que as cortesãs eram safadas e adoravam um pinto grande. E por uma dessas brigas, enviaram-no para o exército.
Por trincheiras nazistas ele se arrastou, ouvindo o clamor dos homens morrendo e o som da morte varrendo o campo de batalha. Era uma coisa curiosa - a morte - com os dentes eles tiravam o pino da lamúria e com a mão direita a jogavam em sua direção. Para cada irmão morto ele sentia a esperança crescer dentro de si, afinal a coragem era sua amiga, sua irmã, e em algum lugar, em uma rua vitoriana com tijolos amarelos, sua amada o esperava, gemendo embaixo de algum outro homem; Porém não sentia prazer naquilo, era o trabalho dela gemer pelos outros, assim como era o dever dele matar homens por ela. A canção dos rifles e dos lança-chamas se arrastou durante duas guerras, até que o grande inimigo do mundo desmaiou sobre sua tigela de cereais, molhando o seu curto bigodinho no leite. A vitória tinha sabor de vitória.

Por mares de liberdade navegou de volta, trazendo consigo cicatrizes de guerra e uma barba de rapaz no rosto. Por uma rampa livre e democrática ele desceu do barco, tornando a pisar nos tijolos amarelos de sua cidadezinha vitoriana, e quando fez isso, pela primeira vez algo em seu bolso tintilou. E assim ele andou pelas mesmas ruas, virando na mesma esquina; era um sobrevivente, um campeão, era hora de receber o seu prêmio.

Pelas portas eróticas do Le Plaisir ele entrou, e apenas um nome ele disse:

- Madalena.

E claro, ela veio. Por cem réis de euros esterlinos ele a jogou na cama, e com a fúria de uma besta ele a possuiu. Beijou-a e cheirou sua pele de mel e seda com que tanto sonhara, tocou todos os lugares onde pôde tocar, desejando fundir-se ao corpo da donzela das ironias oníricas, a mulher com que sonhara enquanto subia em todas as outras; desenvolveu o seu serviço com o máximo de esforço que pôde, e quanto o terminou, guardou um tempo para manter-se abraçado com ela sob os lençóis grossos e brancos de um bordel enriquecido. Voltou nos dias que se seguiram; e nos dias depois destes. Entrava cheio e saia vazio, beijava-a com real amor, poupando-a de suas conversas ou do privilégio de saber que era ela a mulher de seus sonhos, fazendo com ela apenas o que - em sua mente levemente conturbada - era o necessário para que ela o amasse.

Porém um dia, ao dobrar a esquina renascentista, notou algo diferente: o Le Plaisir estava cheio de gente; Gente que não era cliente. Um oficial da polícia adentrou o lugar, com seu uniforme azulado e seu cassetete negro roliço, e quando voltou, outros dois policiais carregavam um homem de barba negra que cerrava os dentes em fúria, como uma dessas máquinas que ele vira na guerra, e o jogaram no camburão. Depois outros dois homens trouxeram um corpo envolvido em uma mortalha branca, mas que estava ensopada de algo vermelho – de sangue - e ao pousarem o corpo na maca, ele viu de quem se tratava; Era Madalena, a puta, com um rombo na testa. Os olhos estavam virados para cima e sua boca estava aberta, tinha um seio desnudo por descuido dos médicos, mas aquilo não importava tanto. Diziam que ela tinha se recusado a deitar-se com aquele homem outra noite, e que tinha dito que ele fedia a álcool e não tinha dinheiro o suficiente para pagá-la, daí o sujeito voltou algumas noites depois, com dinheiro e uma pistola embaixo da camisa.

Mas para ele – o eterno rapaz – aquilo era conversa fiada. Ela tinha recusado a deitar-se com o homem porque o esperava, que era só sua e que, de certa forma, tinha se apaixonado por ele; E assim, o sexo com os outros homens não tinha mais prazer. Não o culpem quem estiver com a intenção de fazê-lo. Para ele era mais fácil pensar assim. O homem de barba negra tinha sido o seu irmão de guerra. Beberam juntos uma noite e cantaram ao redor  de uma fogueira no meio de um pavilhão, ouvindo ao longe o som da chuva metálica que caia sobre os povos com ideais de liberdade e de paz diferentes. Não chegaram a conversar, de fato, porém é curiosa a maneira como sentimos afeição por quem está no mesmo barco que nós. Ou na mesma trincheira.

Mas isso não mudava o fato de que ela estava morta. De que a bala metálica de um Taurus RT44 tinha entrado em sua linda cabecinha e espalhado sangue para todo lado. Era curioso como queria matar o homem da mesma maneira, mas ao mesmo tempo desejava deixar aquilo tudo pra lá. Ao invés de se lamuriar, resolveu visitar um bordel diferente, tomar uma boa cerveja e deitar com outras putas imaginando nelas os olhos inocentes - dessa vez felizes por vê-lo - e o cabelo curto que só Madalena tinha.


Última edição por Samuel em Sex Set 13, 2013 7:17 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Sex Set 13, 2013 7:09 pm

Aposto que tem muito sexo. Quando acabar essa partida eu vou ler
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Kael
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Personagem: Atrocidade
Vocação: Caçador de Borboletas

MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   Sex Set 13, 2013 7:51 pm

Separados por um gollum.²
Bom texto.
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MensagemAssunto: Re: Meus rabiscos   

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